publicado por nanotech | Sexta-feira, 22 Janeiro , 2010, 01:27

Algodão e tecidos de poliéster comuns foram transformados em pilhas conservando a sua flexibilidade.

 

Nanotube fabric (Nano Letters)

O resultado desta investigação dá mais um contributo para o campo emergente de "electrónica para vestir" ("wearable-electronics"), nos quais os dispositivos são integrados em vestuário e têxteis.

A abordagem é baseada na imersão de tecidos numa "tinta" de nanotubos de carbono, e foi demonstrada pela primeira vez no ano passado em papel de fotocópia simples.

A nova aplicação de tecidos é descrita na revista Nano Letters.

 

"Wearable-electronics" representa uma classe em desenvolvimento de novos materiais que permitem agora muitas aplicações e projectos que anteriormente eram impossíveis com as tecnologias tradicionais da electrónica", escreveram os autores.

 

 

Uma série de esforços na investigação nos últimos anos têm mostrado a possibilidade destes novos sistemas electrónicos incorporados em textêis poderem ser construídos em materiais flexíveis e até mesmo superfícies transparentes - que conduzirá aos monitores flexíveis para enrolar ("roll-up display").

Paper battery

 

 

 

 

Bateria  de papel

 

 

 

 

fonte: http://news.bbc.co.uk


publicado por nanotech | Domingo, 17 Janeiro , 2010, 23:46

transparent-oled

 

A foto surpreende e dá mesmo para ver o ambiente atrás do display do notebook. Obra da Samsung, o protótipo de monitor OLED com transparência de 40% permite a passagem da luz em dois sentidos graças à composição com elementos praticamente invisíveis.

 

Sem nome, preço ou previsão de lançamento, sabe-se pouco a respeito do protótipo, a não ser que ele mede 14 polegadas e tem contraste dinâmico de 100 000:1.

O monitor pode não parecer muito útil, mas novas possibilidades são abertas pelos OLED's transparente, principalmente em se tratando de realidade aumentada. Muito se fala sobre adicionar ao pára-brisas do carro todos tipo de widgets como GPS, notícias de trânsito e informações de combustível e quilometragem. Outra ideia é transformar qualquer tipo de janela numa TV de alta definição.

O vídeo abaixo demonstra bem esse efeito:

 

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Vale a pena lembrar que o desenvolvimento do OLED transparente não é propriedade da Samsung, mas de investigadores do Fraunhofer Institute, na Alemanha. O mérito da multinacional coreana está na adaptação da tecnologia para um notebook e outros gadgets, como o mp3 player na foto abaixo, também sem previsão de preço ou disponibilidade.

 

http://hypebeast.com/blog/kma/2010/01/samsungs-14-inch-transparent-oled-laptop-ces-2010/


publicado por nanotech | Terça-feira, 12 Janeiro , 2010, 00:09

A LG comprovou que é possível produzir monitores com display transparente, pois apresentou durante a FPD International 2009 um protótipo de 15 polegadas semi-transparente, juntamente com a Samsung – que apresentou também um display transparente de 2 polegadas.

 

LG Display's transparent display (front side) showing icons of Windows and a calculator application on the left side and an image of fireworks on the right side. The panel behind the display can be seen through the display. 

 

Se se for analisar pela lógica, um monitor com display transparente iria dificultar a leitura, por misturar as imagens ao que se vê por detrás do display, mas levando em consideração a questão de design, ele pode ser muito bem aplicado em locais públicos, e indo um pouco mais além, esta tecnologia no futuro pode ser usada em para-brisas de automóveis, capacetes e até mesmo em óculos interactivos.

No entanto, ainda não há qualquer previsão de quando esta tecnologia começará a ser comercializada.

 

Samsung Mobile Display's transparent display. The back side of the display is reflected on the mirror.

 

fonte: http://techon.nikkeibp.co.jp


publicado por nanotech | Segunda-feira, 11 Janeiro , 2010, 22:27

De tempos em tempos ouvimos falar que a ciência avançou de tal forma que o homem passou a fazer coisas antes impensáveis. Foi assim com a criação da máquina a vapor, do microscópio, da penicilina, do automóvel, do avião e de tantos outros inventos que revolucionaram a existência humana.

Vivemos agora, segundo avalia parte do mundo científico, um novo momento de ruptura, chamado até de a “quinta revolução industrial”. Com isso, percebemos que a ficção científica está cada vez mais próxima da realidade. Você já imaginou, por exemplo, um plástico mais resistente que o aço? E um carro com o motor totalmente silencioso e não poluente? Essas são apenas algumas promessas das realizações da nanobiotecnologia. Um ramo da ciência na qual a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia vem investindo no desenvolvimento de pesquisas em seus laboratórios.

A equipe de estudantes, analistas e pesquisadores composta por Luciano Paulino e Marcelo Porto Benquerer, junto ao Laboratório de Espectrometria de Massa liderado pelo pesquisador Carlos Bloch Jr., formalmente implementada há mais de dois anos na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia em Brasília, desvendam os mistérios da nanobiotecnologia, mergulhando num mundo fascinante que estuda objetos e partículas do tamanho de 1 bilionésimo de metro. É difícil imaginar, então pense em uma coisa 100 mil vezes mais fina que um fio de cabelo. 

Nanobiotecnologia nos laboratórios da Embrapa

A equipe já trabalha com o desenvolvimento da ciência voltada à química e bioquímica de proteínas e peptídeos, toxinas, venenos e nanobiotecnologia. O grupo também tem se dedicado entre
outras questões, ao esclarecimento das características em escala micrométrica e nanométrica de células e fibras, ao desenvolvimento de nanodispositivos com pelo menos um de seus componentes sendo estruturas biológicas, à investigação da forma e tamanho de hemácias e à avaliação das propriedades de fibras de teias de aranhas da biodiversidade. Além do desenvolvimento de sistemas de liberação controlada de antibióticos e fármacos, os pesquisadores estudam e trabalham no desenvolvimento de biossensores.

A bioprospecção também tem seu papel importante, principalmente na busca de moléculas com atividades biológicas relevantes, pois através dessa abordagem experimental a variedade das moléculas ativas provenientes de organismos da biodiversidade começa a ser conhecida e um caminho longo é percorrido até a produção de fármacos (antimicrobianos, antihipertensivos, entre outros) e materiais nanoestruturados para aplicações diversas, como embalagens de alimentos mais resistentes. “Podemos dizer que a bioprospecção é uma estratégia experimental importante para todas as áreas, permitindo que se inicie o conhecimento das moléculas potencialmente importantes”, afirma o pesquisador Marcelo Benquerer.

A principal vertente da pesquisa de nanobiotecnologia inclui a criação de materiais nanoestruturados que contêm moléculas ativas, especialmente peptídeos antimicrobianos e compostos com outras atividades, como moléculas antioxidantes e anticongelantes. 

Pesquisas desenvolvidas: Impactos e perspectivas para o futuro.

Apesar dos desafios e das dificuldades em manipular e controlar objetos tão diminutos, cientistas têm conseguido realizações impressionantes nessa área, motivando uma ampla expectativa com relação ao futuro.

As pesquisas realizadas sobre nanobiotecnologia tanto na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia quanto em outros institutos no país, não têm somente o objetivo de buscar soluções para tornar o agronegócio mais eficiente e menos nocivo à natureza, pois segundo os pesquisadores essa é apenas uma das várias aplicações possíveis.

As diversas pesquisas realizadas e desenvolvidas na área da nanociência ajudaram a encontrar respostas aos desafios e a outras diversas perguntas do mundo científico referentes, por exemplo, à manutenção da viabilidade dos sêmens e embriões congelados, na qualidade dos alimentos congelados e de suas propriedades nutritivas, em implantes, entre outras. “A aplicação inicial vislumbrada é na agricultura, mas os produtos gerados poderão ter impactos em outras áreas, como a área médica ou farmacêutica”, reforçou o pesquisador Marcelo.

Os novos avanços significativos têm mudado não apenas a forma de produzir, mas também a forma de pensar e de buscar alternativas frente aos desafios da sociedade moderna. O Brasil já realiza pesquisas de ponta em nanociência e o governo federal elegeu essa área como prioritária para o desenvolvimento tecnológico do nosso país. Para o pesquisador Luciano Paulino, “a nanotecnologia tem despontado não como a solução para os problemas atuais, mas sim como uma alternativa tecnológica racional às crescentes demandas por alimentos, energia, medicamentos, entre outros e deve ser sobretudo uma tecnologia limpa e sustentável”.

A nanobiotecnologia já tem levado à produção de novos materiais e, como é bastante recente, os riscos para a saúde humana e ambiente ainda não estão suficientemente avaliados. A argumentação de uma parte do mundo científico é de que os materiais nanoestruturados poderiam difundir-se descontroladamente no ambiente devido às suas dimensões muito reduzidas.  Mas “somente pesquisas rigorosas e os dados experimentais gerados podem lançar luzes sobre os riscos e impactos. E como os benefícios que serão trazidos pela nanotecnologia não serão desprezados, restará a investigação criteriosa dos riscos”, ressaltou Marcelo Benquerer.

Concretizar todo o potencial da biotecnologia não será tarefa fácil. Os pesquisadores precisarão dos conhecimentos de diversas áreas envolvidas, cruzar barreiras, utilizar as habilidades e as linguagens das várias ciências que necessitam para fazer os sistemas vivos e os artificiais trabalharem lado a lado e “formular racionalmente perguntas e levantar hipóteses que sejam testáveis por meio das ferramentas de experimentação científica e, dessa forma, contribuir para a nanociência”, finaliza Luciano.

 

 
Fernanda Diniz(4685/89/DF)
Rafael Tavares (estagiário)
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
Contatos: (61) 3448-4769 e 3448-4770
fernanda@cenargen.embrapa.br
tavares@cenargen.embrapa.br
 

fonte: http://www.embrapa.br/


publicado por nanotech | Segunda-feira, 11 Janeiro , 2010, 22:17

Sistema rastreia movimento dos olhos do utilizador

 

 

bidirectional-oled

Investigadores do Instituto Fraunhofer para Microsistemas Fotónicos (IPMS) em Dresden, na Alemanha, criaram um diminuto sistema de projecção que pode ser montado na armação de um par de óculos, capaz de não só projectar informações para o seu utilizador, como selecionar quais informações devem ser mostradas rastreando o movimento dos olhos.

O sistema é uma nova abordagem no segmento de HMDs (Head-Mounted Displays), os “óculos de realidade virtual” usados para transportar o usuário a mundos de fantasia ou apresentar mais informações sobre o mundo real. Os modelos já existentes são muito pesados e complexos, mas o desenvolvimento alemão é integrado em um chip CMOS de apenas 19,3 × 17 mm, montado na haste do óculos, perto da dobradiça. As informações são projectadas na lente do óculos de modo que, para o utilizador, elas pareçam estar “flutuando” em pleno ar a um metro de distância.

O projector usa tecnologia OLED para produzir uma imagem de alto brilho que não fique “lavada” por causa da luz ambiente. Um sistema de rastreamento detecta o movimento dos olhos do usuário, que pode selecionar itens de um menu, rolar uma página de texto ou trocar uma imagem apenas olhando na direção da opção correspondente. Por isso, os pesquisadores do IPMS dizem que seu sistema é “bidirecional”: o usuário não só recebe informações (as imagens projectadas), como envia respostas para o sistema (através do movimento dos olhos).

 

Segundo o Dr. Michael Scholler, Director de Negócios do IPMS, os novos “óculos” são vantajosos em qualquer situação onde o utilizador precisa consultar informação adicional, mas não tem as mãos livres para usar um teclado ou mouse. Imagine um mecânico olhando para o motor do carro e vendo, sobre a imagem real, um passo-a-passo com as reparações que tem que realizar, ou um médico que tenha acesso à ficha completa do paciente apenas olhando para ele.

 

O Instituto Fraunhofer para Microsistemas Fotónicos é membro da prestigiada Sociedade Fraunhofer, um conjunto de institutos que pesquisam e desenvolvem novas tecnologias baseadas em ciências aplicadas. A mais conhecida das inovações da Sociedade Franhofer foi a invenção, em 1994, do hoje omnipresente formato de áudio MP3, que trouxe à associação mais de cem milhões de euros em royalties no ano de 2005.

 

Não há informações sobre preço ou planos de comercialização da tecnologia, mas os pesquisadores do IPMS afirmam já estar trabalhando em sua próxima geração.

 

 

 

fonte: www.geek.com.br


publicado por nanotech | Segunda-feira, 11 Janeiro , 2010, 19:10




Animações tornam rótulos mais interactivos
Foi criada na Bélgica a primeira empresa especializada no fabrico de rótulos eletrónicos para embalagens, que poderão conter filmes e animações digitais. A Lumoza, ainda em construção, surgiu do trabalho conjunto do Centro de Investigação em Nanoelectrónica IMEC, da Universidade de Hasselt e da empresa Artist Screen.

Esta empresa irá usufruir dos desenvolvimentos que se têm verificado no campo da electrónica orgânica, com a criação de micro LED’s e LED’s orgânicos, que permitem o fabrico de circuitos electrónicos, principalmente telas, por processos similares aos da impressão.

A tecnologia empregue pela Lumoza para a impressão de telas electrónicas combina uma tinta electroluminescente com um circuito electrónico que controla a sequência e a temporização das animações. Estas poderão ser impressas em qualquer tipo de superfície, desde o plástico ao tecido e, além disso, há a possibilidade de se dobrar ou reutilizar esses materiais, sem que se danifiquem.

Numa primeira fase, esta tecnologia será destinada exclusivamente à indústria de embalagens e publicidade. Contudo, Wouter Moons, director geral da Lumoza, revelou que a indústria de capas para DVD’s já demonstrou interesse e que a longo prazo serão desenvolvidas aplicações mais duradouras, como na indústria da construção.

Embora se possa pensar na poluição visual que esta tecnologia irá provocar, a sua utilização poderá ser útil na aplicação a manuais de instruções e, só com a sua entrada no mercado, será possível averiguar se estes materiais terão sucesso ou não.
 

 

fonte: www.cienciahoje.pt


publicado por nanotech | Segunda-feira, 11 Janeiro , 2010, 14:58

A General Motors (GM) deu hoje mais um passo para o lançamento do automóvel eléctrico Volt, ao anunciar a produção da primeira bateria avançada de iões de lítio numa fábrica norte-americana.


Bateria avançada de iões de lítio
Bateria avançada de iões de lítio

O Chevrolet Volt, que funciona exclusivamente através de energia eléctrica, deverá começar a ser produzido em finais de 2010 e a GM acredita que a sua tecnologia lhe vai valer a liderança mundial no sector.

O presidente da construtora automóvel, Ed Whitacre, afirmou, em comunicado, que “este é um marco importante para a General Motors e um passo crítico na hora de levar o Chevrolet Volt para o mercado”.

A bateria foi produzida na fábrica de montagem de baterias de Brownstown, em que a GM já investiu 43 milhões de dólares (cerca de 30 milhões de euros) para converter aquela unidade na primeira infra-estrutura norte-americana especializada na produção de baterias avançadas para veículos.

As primeiras baterias produzidas em Brownstown vão ser enviadas para o laboratório de Sistemas Globais de Baterias da GM em Warren, onde serão submetidas a testes para validar a equipa e os processos de produção.

Na Primavera, as baterias serão enviadas para a unidade produtiva de Detroit-Hamtramck, onde será fabricado o Volt, um automóvel eléctrico que poderá percorrer 64 quilómetros utilizando apenas a carga das suas baterias.

O automóvel vai contar também com um pequeno motor de combustão para gerar electricidade e evitar a descarga das baterias, podendo ser recarregado através de uma tomada eléctrica doméstica.

 

fonte: Lusa


publicado por nanotech | Sexta-feira, 08 Janeiro , 2010, 15:51

Integrada no Programa Doutoral em Física (MAP-fis), esta conferência informal visa a apresentação dos recentes resultados da investigação levada a cabo no âmbito deste Programa de Doutoramento.   MAP-fis PhD Research Conference
 

O Programa Doutoral MAP-fís é apoiado pelos Departamentos de Física das Universidades do Minho, Aveiro e Porto, por cinco laboratórios de estados (CICECO, CESAM, FSCOSD - I3N, IFIMUP - IN, INESC Porto) e por três unidades de investigação (CFP, CFUM, CIDTFF) do sistema científico nacional, proporcionando um terreno muito fértil para a realização de investigação de excelência ao mais alto nível no contexto internacional. 
 
A conferência abrangerá as seguintes áreas de investigação:
- Atomic and Molecular Physics
- Condensed Matter Physics, Nanoscience & Nanotechnology
- Theoretical and Computational Physics
- Meteorology and Physical Oceanography
- Optics & Photonics
 

MAP-fis PhD Research Conference
Anfiteatro Manuel Fernandes Thomaz, Departamento de Física, Universidade de Aveiro, entre sexta-feira, 15-01-2010 e sábado, 16-01-2010
 
mais informações em: http://www.map.edu.pt/fis/Workshop09


publicado por nanotech | Sexta-feira, 08 Janeiro , 2010, 01:48

Pode a nanotecnologia produzir algo como um Donut Saudável?

 

Empresas europeias produtoras de alimentos usam já nanotecnologia na fabricação e concepção de novos alimentos, mas muito poucas disponibilizam a informação aos consumidores, diz o cientista alemão especialista em ciência alimentar Frans Kampers.

Frans Kampers está entre os palestrantes reunidos em Chigaco para a Reunião Anual de 2009 da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS) que vão discursar sobre o tema “Dos Donuts aos Medicamentos: (R)Evolução da Nanobiotecnologia”.

Kampers, do Centro de Pesquisa da Universidade de Wageningen, nos Países Baixos, irá comentar aspectos interessantes da ciência alimentar: “O que a nanotecnologia pode fazer pelo seu Donut”.

O painel inclui dois estudantes graduados, Jessica Koehne da Universidade da Califórnia e Kristina Kriegel da Universidade de Massachusetts que estão a trabalhar em projectos combinados de nanotecnologia, biologia e química.

“No que diz respeito à alimentação e nutrição, há uma maior resistência do grande público quanto aos nanomateriais e nanotecnologia na aplicação em alimentos do que, por exemplo, na utilização médica. Contudo, a sua aplicação em processos e criação de produtos, sensores para a segurança alimentar e controlo da qualidade dos alimentos e das embalagens, são alguns exemplos que reflecte a ampla gama de utilizações possíveis da nanotecnologia na indústria alimentícia”, diz Kampers.

“O problema que os cientistas que trabalham nesta área enfrentam é que as pessoas não entendem o que se faz em nanotecnologia e alimentos”, diz Kampers. “Todo a gente tem uma visão da nanotecnologia como sendo nanopartículas, ou seja partículas infinitamente pequenas, e que essas partículas infinitamente pequenas possam ser prejudiciais aos alimentos e ter um efeito adverso na saúde.  A grande promessa da nanotecnologia, diz o cientista holandês, é que poderia permitir uma engenharia de ingredientes de forma a que os nutrientes actuem de forma mais eficaz no corpo humano, enquanto que impedem a passagem de outros elementos prejudiciais e menos desejáveis.”

Cientistas europeus de ciência alimentar usam nanotecnologia para criar estruturas especiais nos alimentos que podem “entregar” os nutrientes em locais específicos do corpo e maximizar assim os efeitos benéficos destes nutrientes. “Basicamente, estamos a criar nanoestruturas desenhadas especialmente para integrarem o sistema digestivo e serem expelidas pelo organismo, de modo a que, no final, não restem nenhumas destas nanoestruturas,” diz Kampers.

O cientista afirma também que alguns investigadores mais controversos estudam possíveis aplicações de nanopartículas persistentes nos alimentos e em embalagens que podem apresentar riscos acrescidos. A utilização de nanopartículas de metal, em particular de prata, poderão provocar uma redução significativa no ritmo da deterioração do material da embalagem, e até mutar da embalagem do alimento para o próprio alimento.

 

“Nanopartículas de óxido metálico podem avançar para a corrente sanguínea, e os pesquisadores demonstraram que podem mesmo migrar para as células, ou em alguns casos para os núcleos das células. Estas são aplicações mais controversas sobre a utilização da nanotecnologia nos alimentos, contudo, existem muitas aplicações que merecem estudo sério e que poderão melhorar significativamente a resposta às exigências nutricionais do organismo, mesmo em situações de escassez de alimentos.” diz Kampers

 

Fonte: Science Daily

 


publicado por nanotech | Quarta-feira, 06 Janeiro , 2010, 01:25

Jornadas do LIP 2010

LABORATÓRIO DE INSTRUMENTAÇÃO E FÍSICA EXPERIMENTAL DE PARTÍCULAS

 


 


Primeira colisão vista em CMS

 

As Jornadas do LIP são organizadas pelo Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP) de dois em dois anos, e nelas são apresentados os últimos resultados obtidos nas diferentes actividades do LIP e são discutidos os projectos presentes e futuros. As exposições são feitas principalmente por estudantes e jovens investigadores. Frequentemente, são convidados cientistas exteriores ao LIP para apresentarem palestras.

Em 2010, as Jornadas do LIP são realizadas em Braga, de Quinta-feira, 7 de Janeiro, a Sábado, 9 de Janeiro. As reuniões terão lugar na Universidade do Minho, Complexo Interdisciplinar II, Campus de Gualtar (Braga), e os participantes ficam alojados no Hotel Carandá sendo esperada a sua chegada na Quarta-feira ao fim do dia.

 

First collision seen in ATLAS
First collision seen in ATLAS

 

Organization: S. Andringa and H. Wolters (for the LIP Scientific Council);Local Organization: A. Onofre (LIP), J. Carmelo (U.Minho)

 

 

fonte: http://www.lip.pt/events/2010/jornadas_2010/view/index.php?id=1


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