publicado por nanotech | Terça-feira, 20 Abril , 2010, 17:31

CHICAGO, Estados Unidos (Reuters) - Os Estados Unidos precisam urgente investir mais em nanotecnologia se quiserem se manter na liderança mundial do novo campo científico, afirma um levantamento entregue ao presidente norte-americano, Barack Obama.

 

Entre 2003 e 2008, os investimentos públicos e privados dos EUA em nanotecnologia cresceram 18 por cento por ano contra expansão anual de 27 por cento do mundo, afirma o estudo do grupo de conselheiros de ciência e tecnologia do presidente.

 

A nanotecnologia é a ciência que manipula materiais em uma escala milhares de vezes menor que a espessura de um fio de cabelo. Ela tem sido considerada como maneira para se produzir materiais mais fortes e leves, cosméticos mais eficientes e mesmo alimentos mais saborosos.

 

Os EUA são um líder global no campo. Em 2008, o país investiu 5,7 bilhões de dólares em pesquisa e desenvolvimento de nanotecnologia, mais do que qualquer outro país, segundo relatório elaborado pelo grupo de 21 conselheiros.

 

"Apesar de sermos líderes, a competição econômica de outros países aumento de forma dramática", afirmou Maxine Savitz, que presidiu o grupo de trabalho.

 

 

fonte: Reuters / Yahoo News


publicado por nanotech | Sábado, 20 Março , 2010, 09:33

Embrapa e Universidade do Minho vão desenvolver cooperação técnica no setor de agropecuária

 

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Foto: treehugger

Foto: treehugger

Representantes da Universidade do Minho visitaram a sede da Embrapa em Brasília,  para tratar de um possível acordo de cooperação técnica entre as duas instituições para utilizar os conhecimentos desse campo da ciência em prol da agropecuária, com foco no desenvolvimento de nanossensores, embalagens inteligentes e segurança alimentar.

A cooperação técnica entre as duas instituições vai envolver duas unidades da Embrapa: a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e a Embrapa Instrumentação Agropecuária, em São Carlos, SP. Por isso, o chefe de Pesquisa & Desenvolvimento da Embrapa Instrumentação Agropecuária, Luiz Henrique Mattoso, também esteve presente à visita.

A nanotecnologia atua em escalas de um bilionésimo de metro e possibilita inúmeros avanços científicos. As pesquisas estão concentradas principalmente na bioprospecção para busca de novas moléculas com atividades biológicas relevantes, como antibacterianas, antifúngicas, entre outras. O conhecimento dessas moléculas em escalas nanométricas, ou seja, de um bilionésimo de metro (cerca de 100 mil vezes mais fina que um fio de cabelo) vai poder beneficiar diversos setores da economia.

Outro estudo em destaque é a produção de nanofiltros ou membranas seletivas para impedir que a água que chega às plantas por sistemas de irrigação esteja contaminada por fungos, bactérias e outros microrganismos. A Cooperação inclui também o intercâmbio de cientistas entre os dois países e será um passo importante para aprofundar ainda mais o conhecimento científico.

 

http://www.tendenciasemercado.com.br/negocios/brasil-e-portugal-investem-em-pesquisas-com-nanotecnologia/


publicado por nanotech | Terça-feira, 02 Março , 2010, 15:00
http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2009/05/vls_1.jpg
Missão portuguesa para projetos aeroespaciais chega hoje (18.02.10) ao Brasil
Equipe levará a Brasília projeto para criação da Agência Espacial Luso-Brasileira (AELB)
Nos descobrimentos espaciais, Brasil e Portugal serão parceiros. Pelo menos isso é o que propõem pesquisadores da Universidade do Minho, que aterrisam nesta sexta-feira (19), no Brasil para apresentar ao governo Lula e também à entidades de pesquisa, uma proposta de intenções.
Antes de seguir para o Planalto Central, os físicos Joaquim Carneiro e Vasco Teixeira, virão à São Carlos a convite do coordenador do Instituto de Estudos Avançados da USP, Sérgio Mascarenhas, também integrante da comitiva que visa desenvolver tecnologias espaciais entre os dois países. Na cidade, os pesquisadores irão visitar e tratar de detalhes do projeto com representantes do Departamento de Engenharia Aeronáutica da USP e da Embrapa.

A chegada a Brasília está prevista para o dia 23 de fevereiro, onde encontrarão o chefe da Assessoria de Assuntos Internacionaisdo Ministério de Ciência e Tecnologia , José Monserrat Filho e representantes do Ministério da Educação. O objetivo é estabelecer protocolos de colaboração e intercâmbio entre instituições e pesquisadores da Universidade do Minho, USP São Carlos, Embrapa e Ministério da Defesa na área de pesquisa de nanomateriais para energia renovável e revestimentos de componentes aeronáuticos e aeroespaciais.

Na sequência, os pesquisadores portugueses irão para São José dos Campos, onde irão se encontrar com o Coronel Sala Minucci, do Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Defesa.


Comentários (Blog Panorama Espacial): Brasil e Portugal mantém acordos de cooperação no setor aeronáutico que incluem, inclusive, investimentos em empresas no setor. A Embraer é acionista da Indústria Aeronáutica de Portugal S.A. (OGMA), especializada em manutenção de aeronaves, e também atualmente constrói unidades industriais no país europeu. Especula-se que Portugal também poderia se envolver no desenvolvimento do cargueiro militar KC-390, da Embraer e Força Aérea Brasileira.
 
 

fonte: http://espacointeressenacional.blogspot.com/2010/02/cooperacao-brasil-portugal.html


publicado por nanotech | Terça-feira, 02 Março , 2010, 14:51

Investigadores da UM propõe criação da Agência Espacial Luso-Brasileira

2010-03-01

 


Sérgio Mascarenhas, cientista brasileiro
Sérgio Mascarenhas, cientista brasileiro
Um sonho aparentemente megalómano pode tornar-se exequível, segundo dois físicos da Universidade do Minho (UM): a criação da Agência Espacial Luso-Brasileira. "O Brasil é um verdadeiro tecnólogo no domínio aeroespacial e Portugal, por seu turno, é membro da Agência Espacial Europeia, mas não tem conseguido liderar projectos. Uma articulação entre os dois países poderá potenciar ambas as valências", disse o director da Agência de Energia da UM, Joaquim Carneiro.

Juntamente com seu colega e pró-reitor Vasco Teixeira, Carneiro passou toda esta semana a fazer contactos no Brasil com prestigiadas instituições de ensino e empresas. Os dois físicos visitaram o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP), a Opto Aeroespacial, Embrapa, Centro Tecnológico Aeronáutico (CTA), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Instituto de Estudos Avançados (IEAv).

Em Brasília, foram recebidos pelo chefe da assessoria de Assuntos Internacionais do Ministério de Ciência e Tecnologia, José Monserrat Filho, e representantes do Ministério da Educação, a quem apresentaram a sua proposta da Agência Espacial Luso-Brasileira.

Segundo os físicos, este projecto, que ainda não tem custo avaliado, já conta com o apoio do Governo português. "A origem desta proposta é apenas um caso particular de um desafio mais global de criar um programa luso-brasileiro na área de ciência, tecnologia e inovação multidisciplinar", explicou Vasco Teixeira.

Proposta pode ser um desafio global para a ciência
Proposta pode ser um desafio global para a ciência
Abrir fronteiras


Segundo a avaliação do director do Programa Internacional de Estudos e Projectos para a América Latina e coordenador do Instituto de Estudos Avançados da USP, Sérgio Mascarenhas, a iniciativa dos físicos portugueses poderá "abrir fronteiras".

"Ao nível académico, há muita abertura para que se concretize este projecto estratégico para os dois países. Seria a volta das caravelas com a união Brasil-Portugal em tecnologia"
, salientou o professor brasileiro.

Joaquim Carneiro e Vasco Teixeira regressam a Portugal neste domingo e, na bagagem, levam a esperança de que tenha sido lançada a primeira pedra para inaugurar uma nova etapa nas relações luso-brasileiras. Certeza têm de que, "se houver vontade política, deixará de ser apenas um sonho", resumiu Joaquim Carneiro.

fonte: CiênciaHoje.pt


publicado por nanotech | Terça-feira, 02 Março , 2010, 14:49

Um sonho aparentemente megalómano pode tornar-se exequível, segundo dois físicos da Universidade do Minho: a criação da Agência Espacial Luso-Brasileira.

 

 

'O Brasil é um verdadeiro tecnólogo no domínio aeroespacial e Portugal, por seu turno, é membro da Agência Espacial Europeia, mas não tem conseguido liderar projetos. Uma articulação entre os dois países poderá potenciar ambas as valências', disse à Lusa o diretor da Agência de Energia da Universidade do Minho, Joaquim Carneiro.

Juntamente com seu colega e pró-reitor Vasco Teixeira, Carneiro passou toda esta semana a fazer contactos no Brasil com prestigiadas instituições de ensino e empresas.

Os dois físicos visitaram o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP), a Opto Aeroespacial, Embrapa, Centro Tecnológico Aeronáutico (CTA), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Instituto de Estudos Avançados (IEAv).

Em Brasília, foram recebidos pelo chefe da assessoria de Assuntos Internacionais do Ministério de Ciência e Tecnologia, José Monserrat Filho, e representantes do Ministério da Educação, a quem apresentaram a sua proposta da Agência Espacial Luso-Brasileira.
Segundo os físicos, este projeto, que ainda não tem custo avaliado, já conta com o ap

 io

A origem desta proposta é apenas um caso particular de um desafio mais global de criar um programa luso-brasileiro na área de ciência, tecnologia e inovação multidisciplinar', explicou Vasco Teixeira à Lusa.

Na avaliação do diretor do Programa Internacional de Estudos e Projetos para a América Latina e coordenador do Instituto de Estudos Avançados da USP, Sérgio Mascarenhas, a iniciativa dos físicos portugueses poderá 'abrir fronteiras'.

'Ao nível académico, há muita abertura para que se concretize este projeto estratégico para os dois países. Seria a volta das caravelas com a união Brasil-Portugal em tecnologia', salientou o professor brasileiro.

Joaquim Carneiro e Vasco Teixeira regressam a Portugal neste domingo e, na bagagem, levam a esperança de que tenha sido lançada a primeira pedra para inaugurar uma nova etapa nas relações luso-brasileiras.

Certeza têm de que, 'se houver vontade política, o projeto deixará de ser apenas um sonho', resumiu Joaquim Carneiro.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

 

fonte: Correio do Minho, 28.02.2010


publicado por nanotech | Sábado, 27 Fevereiro , 2010, 03:20

Brasil e Portugal unem esforços de pesquisa na área de nanotecnologia para agropecuária

(2010-02-24)

 

O pró-reitor da Universidade do Minho - Uminho, em Portugal, Vasco Teixeira, e o Prof. Joaquim Carneiro, visitaram  na terça-feira (23) a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, localizada em Brasília, DF, onde conheceram as pesquisas de nanotecnologia desenvolvidas pela Unidade.
 


 

O objetivo é firmar um acordo de cooperação técnica entre as duas instituições para utilizar os conhecimentos desse campo da ciência em prol da agropecuária, com foco no desenvolvimento de nanossensores, embalagens inteligentes e segurança alimentar.


 

A Universidade do Minho, localizada na região do Minho (parte na cidade de Braga e outra parte em Guimarães, conhecida pela forte industrialização), é pública com autonomia administrativa e financeira. Desde 1973, quando foi fundada, a Universidade tem desempenhado um papel significativo como agente de desenvolvimento da região. A Uniminho possui 85% dos seus docentes com grau de doutor e está cada vez mais empenhada na pesquisa e na construção e consolidação do conhecimento no espaço europeu de ensino superior nas mais variadas áreas científicas, incluindo a área de ciência e tecnologia.


 

Segundo o pró-reitor, Vasco Teixeira, a Universidade tem competência técnica e científica para investir na área de nanotecnologia e, por isso, o interesse na parceria com a Embrapa.
 


 

A cooperação técnica entre as duas instituições vai envolver duas unidades da Embrapa: a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e a Embrapa Instrumentação Agropecuária, em São Carlos, SP. Por isso, o chefe de Pesquisa & Desenvolvimento da Embrapa Instrumentação Agropecuária, Luiz Henrique Mattoso, também esteve presente à visita.

 

Nanotecnologia: potencial gigante para ciência que atua em escalas de um bilionésimo de metro

 

Durante a visita, os representantes da Uminho assistiram a uma apresentação do pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Luciano Paulino, sobre os estudos de nanotecnologia em desenvolvimento na Unidade, que contam com a parceria de várias instituições de pesquisa e ensino brasileiras. As pesquisas são realizadas com o auxílio de aparelhos de última geração denominados espectrômetros de massa. São aparelhos hipersensíveis, com um limite de detecção altíssimo, de uma parte por bilhão, ou seja, se fizermos uma comparação com uma balança na qual fossem colocadas um bilhão de pessoas, o espectrômetro de massa seria capaz de detectar a ausência de apenas uma delas.


 

Segundo Paulino, o “carro chefe” das pesquisas atualmente é a bioprospecção para busca de novas moléculas com atividades biológicas relevantes, como antibacterianas, antifúngicas, entre outras. O conhecimento dessas moléculas em escalas nanométricas, ou seja, de um bilionésimo de metro (cerca de 100 mil vezes mais fina que um fio de cabelo) vai poder beneficiar inúmeros setores da economia. Como exemplos, elas podem ser usadas na produção de medicamentos veterinários (antimicrobianos, antihipertensivos, entre outros) e de materiais nanoestruturados para aplicações diversas, como embalagens de alimentos mais resistentes. “A bioprospecção é uma estratégia experimental importante para todas as áreas porque permite conhecer o funcionamento de moléculas potencialmente importantes”, afirma o pesquisador.


 

Outro estudo ressaltado por Paulino foi a produção de nanofiltros ou membranas seletivas para impedir que a água que chega às plantas por sistemas de irrigação esteja contaminada por fungos, bactérias e outros microrganismos.

 

 

Cooperação inclui também o intercâmbio de cientistas entre os dois países

 

Enfim, a nanotecnologia é uma área nova e com potencial para auxiliar vários setores da economia, incluindo a agropecuária. E é por isso que Brasil e Portugal querem integrar esforços nessa área.
 


 

O pró-reitor da Universidade do Minho se disse impressionado com a excelência do conhecimento da Embrapa na área de nanotecnologia. Segundo ele, a Uminho é tradicionalmente reconhecida pelo valor que dá à ciência, à tecnologia e ao estímulo a métodos inovadores. “Nesse sentido, a parceria com a Embrapa será mais um passo determinante      para incrementar ainda mais o conhecimento científico”, ressalta. É importante lembrar que a cooperação vai incluir também o intercâmbio de cientistas entre os dois países.

 

Fernanda Diniz

Jornalista

Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia

Fones: (61) 3448-4769 e 3340-3672

E-mail: fernanda@cenargen.embrapa.br

 

http://www.embrapa.br/imprensa/noticias/2010/fevereiro/4a-semana/brasil-e-portugal-unem-esforcos-de-pesquisa-na-area-de-nanotecnologia-para-agropecuaria/noticia_view


publicado por nanotech | Sábado, 06 Fevereiro , 2010, 14:16
1º Prémio "SpinUM" atribuído a grupo de investigadores e alunos da Escola de Ciências
  
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O Empreendedorismo inovador no Minho foi premiado em mais uma edição do “SpinUM - Concurso de Ideias de Negócio”, tendo sido o AvePark o local escolhido para a Sessão Final do Concurso e respectiva atribuição dos galardões.

As ideias de negócio finalistas da 2.ª edição do concurso provieram de áreas científicas diversas, desde as Engenharias às Ciências Sociais, passando pela Ciências Naturais e Arquitectura. Os projectos apurados para a final, entre as 26 candidaturas apresentadas a concurso, foram:  “GeoJustiça – Soluções Geográficas de apoio à Justiça”, “Guia Turístico Virtual”, “mach-G”, “MIMA House”, “NanoBiodelivery”, “SilicoLife – Computational Biology Solutions for the Life Sciences” e “Três Caixas”. Após a apresentação das ideias finalistas, o júri da 2.ª edição do “SpinUM”, composto por representantes da TecMinho, Spinpark, Universidade do Minho e INOVCAPITAL atribuiu os seguintes prémios:

A ideia vencedora (1º Prémio) “SpinUM” foi “NanoBiodelivery” dos promotores João Silva, Margarida Casal, Mª Elisabete Oliveira, Sofia Azevedo e Vasco Teixeira, da Escola de Ciências.
O 2º Prémio foi a atribuído à ideia de negócio  “GeoJustiça – Soluções Geográficas de apoio à Justiça” da promotora Carla Freitas, que obteve, ainda, o Prémio de Empreendedorismo Feminino.

O “SpinUM” distribuiu prémios monetários e ofereceu serviços de apoio à criação de empresas no valor total de 20.750 euros.
Organizado pela TecMinho, em conjunto com o Spinpark, e dirigido à comunidade de investigadores e alunos da Universidade do Minho, o Concurso “SpinUM” pretende premiar e apoiar as ideias de negócio com maior potencial de mercado geradas naquela que é hoje, seguramente, uma das universidades mais empreendedoras de Portugal – a Universidade do Minho.
Com efeito, no decurso dos últimos anos, tem-se tornado frequente assistir, no âmbito dos principais concursos nacionais de empreendedorismo, ao sucesso das equipas de investigadores e/ou de alunos desta Universidade. Exemplo deste facto, o prémio Start, organizado pela Optimus e pela BPI, porventura o mais importante concurso de empreendedorismo em Portugal e ao qual concorrem em média, por ano, mais de 500 candidatos de todas as universidades do País, apenas ter tido como vencedoras equipas provenientes da Universidade do Minho em todas as edições desde o seu início no ano 2007. 
Este desempenho excepcional dos empreendedores originários da Universidade do Minho faz com que os primeiros classificados do Concurso “SpinUM" estejam dispensados de se apresentar nas primeiras fases de selecção dos grandes concursos realizados em Portugal, estando automaticamente apurados para as fases finais desses mesmos concursos.
O “SpinUM – Concurso de Ideias de Negócio” é co-financiado pelo Programa Operacional Factores de Competitividade (QREN) e pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

1.º Prémio SpinUM 2010


publicado por nanotech | Sábado, 06 Fevereiro , 2010, 14:02

O Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL) beneficia de 17 milhões de euros de fundos comunitários para a aquisição e instalação de equipamento científico. A comparticipação para um investimento global de 24,3 milhões de euros foi ontem, dia 3 fevereiro, acordada, na sede do INL, com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, entidade gestora do Programa Operacional da Região Norte (ON.2).

Carlos Laje, presidente da CCDRN, considerou o projecto do INL ‘o mais decisivo de todos os investimentos do ON.2’, enquanto o ministro Mariano Gago destacou ‘o impacto regional e europeu deste financiamento’.
José Rivas, director-geral do INL, apontou o contrato de financiamento para a aquisição de equipamento científico como ‘um marco notável’ para o ‘desenvolvimento da actividade científica da organização com sede em Braga, criada em 2005 por iniciativa conjunta dos governos de Portugal e Espanha.
O financiamento do ON.2 permite o equipamento da chamada ‘sala limpa’ do INL, uma área de 400 m2 onde os cientistas poderão fabricar micro e nano dispositivos e estruturas.

A ‘sala limpa’ será também dotada de equipamento científico destinado ao processamento de biochips e biosensores, um sector que, de acordo com os responsáveis do INL, será de grande impacto científico a nível internacional e, à escala da Península Ibérica, especialmente relevante para o desenvolvimento de dispositivos biomédicos.

O concurso para os equipamentos das sete alas da ‘sala limpa’ está na sua recta final, prevendo-se que os mesmos sejam instalados em Setembro ou Outubro. Ainda durante o corrente mês é lançado um segundo concurso internacional para o equipamento dos laboratórios centrais de microscopia electrónica, caracterização de superfícies, bioquímica, micro-fluídos e encapsulamento.

‘Coração’ do INL com características únicas

 

O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, afirmou ontem que o INL ‘tem características únicas do ponto de vista das capacidades técnicas e científicas, para fazer a dife- rença relativamente aos outros laboratórios ibéricos e europeus’.
Mariano Gago apontou o facto de a ‘sala limpa’ poder funcionar para vários fins e as suas características de precisão que fazem deste espaço uma das mais valias essenciais do INL.
 

‘Esta sala limpa será um ponto único na Península Ibérica e, para muitas aplicações, à escala internacional’, adiantou o governante.

Contratação de investigadores à espera dos governos

O director adjunto do INL manifestou ontem alguma preocupação pelo atraso na aprovação pelos governos de Portugal e Espanha dos regulamentos de contratação de investigadores.
A direcção do INL começou em Maio as entrevistas a investigadores, mas continua limitada a celebrar contratos, porque os dois governos ainda não assinaram os regulamentos que estabelecerão as condições de contratação por parte da organiza- ção de investigação de estatuto jurídico internacional com sede em Portugal.
‘Temos pessoal para arrancar, mas temos que começar a contratar gente para encher os gabinetes, pessoas que vêm para ficar cá dez anos ou mais”, afirmou Paulo Freitas, à margem da cerimónia de assinatura dos contratos para aquisição do equipamento de base do INL.

Já em Dezembro último, o director adjunto do INL alertou para a necessidade da aprovação da regulamentação necessária à contratação do grosso dos investigadores do INL.
Com a conclusão das obras do Laboratório Ibérico Internacional e a chegada em breve dos equipamentos, Paulo Freitas reconhece que a falta de decisão dos governos pode vir a complicar o arranque em pleno da actividade do INL.
No dia 17, o INL e a Universidade do Minho assinam um protocolo de colaboração que formaliza a permissão de professores e alunos trabalharem no Laboratório. Idêntico acordo será celebrado com outras universidades.

 

fonte: Correio do Minho

 

 


publicado por nanotech | Sábado, 06 Fevereiro , 2010, 13:53

A Universidade do Minho e o Laboratório Internacional de Nanotecnologia (INL), sedeado em Braga, vão celebrar, no próximo dia 17 de Fevereiro, um acordo de cooperação, que fixará o desenvolvimento de projectos de investigação e de intercâmbio de pessoal entre as duas instituições.

 

fontes: Diário do Minho, Público


publicado por nanotech | Sexta-feira, 22 Janeiro , 2010, 01:27

Algodão e tecidos de poliéster comuns foram transformados em pilhas conservando a sua flexibilidade.

 

Nanotube fabric (Nano Letters)

O resultado desta investigação dá mais um contributo para o campo emergente de "electrónica para vestir" ("wearable-electronics"), nos quais os dispositivos são integrados em vestuário e têxteis.

A abordagem é baseada na imersão de tecidos numa "tinta" de nanotubos de carbono, e foi demonstrada pela primeira vez no ano passado em papel de fotocópia simples.

A nova aplicação de tecidos é descrita na revista Nano Letters.

 

"Wearable-electronics" representa uma classe em desenvolvimento de novos materiais que permitem agora muitas aplicações e projectos que anteriormente eram impossíveis com as tecnologias tradicionais da electrónica", escreveram os autores.

 

 

Uma série de esforços na investigação nos últimos anos têm mostrado a possibilidade destes novos sistemas electrónicos incorporados em textêis poderem ser construídos em materiais flexíveis e até mesmo superfícies transparentes - que conduzirá aos monitores flexíveis para enrolar ("roll-up display").

Paper battery

 

 

 

 

Bateria  de papel

 

 

 

 

fonte: http://news.bbc.co.uk


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