publicado por nanotech | Terça-feira, 02 Março , 2010, 15:00
http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2009/05/vls_1.jpg
Missão portuguesa para projetos aeroespaciais chega hoje (18.02.10) ao Brasil
Equipe levará a Brasília projeto para criação da Agência Espacial Luso-Brasileira (AELB)
Nos descobrimentos espaciais, Brasil e Portugal serão parceiros. Pelo menos isso é o que propõem pesquisadores da Universidade do Minho, que aterrisam nesta sexta-feira (19), no Brasil para apresentar ao governo Lula e também à entidades de pesquisa, uma proposta de intenções.
Antes de seguir para o Planalto Central, os físicos Joaquim Carneiro e Vasco Teixeira, virão à São Carlos a convite do coordenador do Instituto de Estudos Avançados da USP, Sérgio Mascarenhas, também integrante da comitiva que visa desenvolver tecnologias espaciais entre os dois países. Na cidade, os pesquisadores irão visitar e tratar de detalhes do projeto com representantes do Departamento de Engenharia Aeronáutica da USP e da Embrapa.

A chegada a Brasília está prevista para o dia 23 de fevereiro, onde encontrarão o chefe da Assessoria de Assuntos Internacionaisdo Ministério de Ciência e Tecnologia , José Monserrat Filho e representantes do Ministério da Educação. O objetivo é estabelecer protocolos de colaboração e intercâmbio entre instituições e pesquisadores da Universidade do Minho, USP São Carlos, Embrapa e Ministério da Defesa na área de pesquisa de nanomateriais para energia renovável e revestimentos de componentes aeronáuticos e aeroespaciais.

Na sequência, os pesquisadores portugueses irão para São José dos Campos, onde irão se encontrar com o Coronel Sala Minucci, do Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Defesa.


Comentários (Blog Panorama Espacial): Brasil e Portugal mantém acordos de cooperação no setor aeronáutico que incluem, inclusive, investimentos em empresas no setor. A Embraer é acionista da Indústria Aeronáutica de Portugal S.A. (OGMA), especializada em manutenção de aeronaves, e também atualmente constrói unidades industriais no país europeu. Especula-se que Portugal também poderia se envolver no desenvolvimento do cargueiro militar KC-390, da Embraer e Força Aérea Brasileira.
 
 

fonte: http://espacointeressenacional.blogspot.com/2010/02/cooperacao-brasil-portugal.html


publicado por nanotech | Terça-feira, 02 Março , 2010, 14:51

Investigadores da UM propõe criação da Agência Espacial Luso-Brasileira

2010-03-01

 


Sérgio Mascarenhas, cientista brasileiro
Sérgio Mascarenhas, cientista brasileiro
Um sonho aparentemente megalómano pode tornar-se exequível, segundo dois físicos da Universidade do Minho (UM): a criação da Agência Espacial Luso-Brasileira. "O Brasil é um verdadeiro tecnólogo no domínio aeroespacial e Portugal, por seu turno, é membro da Agência Espacial Europeia, mas não tem conseguido liderar projectos. Uma articulação entre os dois países poderá potenciar ambas as valências", disse o director da Agência de Energia da UM, Joaquim Carneiro.

Juntamente com seu colega e pró-reitor Vasco Teixeira, Carneiro passou toda esta semana a fazer contactos no Brasil com prestigiadas instituições de ensino e empresas. Os dois físicos visitaram o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP), a Opto Aeroespacial, Embrapa, Centro Tecnológico Aeronáutico (CTA), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Instituto de Estudos Avançados (IEAv).

Em Brasília, foram recebidos pelo chefe da assessoria de Assuntos Internacionais do Ministério de Ciência e Tecnologia, José Monserrat Filho, e representantes do Ministério da Educação, a quem apresentaram a sua proposta da Agência Espacial Luso-Brasileira.

Segundo os físicos, este projecto, que ainda não tem custo avaliado, já conta com o apoio do Governo português. "A origem desta proposta é apenas um caso particular de um desafio mais global de criar um programa luso-brasileiro na área de ciência, tecnologia e inovação multidisciplinar", explicou Vasco Teixeira.

Proposta pode ser um desafio global para a ciência
Proposta pode ser um desafio global para a ciência
Abrir fronteiras


Segundo a avaliação do director do Programa Internacional de Estudos e Projectos para a América Latina e coordenador do Instituto de Estudos Avançados da USP, Sérgio Mascarenhas, a iniciativa dos físicos portugueses poderá "abrir fronteiras".

"Ao nível académico, há muita abertura para que se concretize este projecto estratégico para os dois países. Seria a volta das caravelas com a união Brasil-Portugal em tecnologia"
, salientou o professor brasileiro.

Joaquim Carneiro e Vasco Teixeira regressam a Portugal neste domingo e, na bagagem, levam a esperança de que tenha sido lançada a primeira pedra para inaugurar uma nova etapa nas relações luso-brasileiras. Certeza têm de que, "se houver vontade política, deixará de ser apenas um sonho", resumiu Joaquim Carneiro.

fonte: CiênciaHoje.pt


publicado por nanotech | Terça-feira, 02 Março , 2010, 14:49

Um sonho aparentemente megalómano pode tornar-se exequível, segundo dois físicos da Universidade do Minho: a criação da Agência Espacial Luso-Brasileira.

 

 

'O Brasil é um verdadeiro tecnólogo no domínio aeroespacial e Portugal, por seu turno, é membro da Agência Espacial Europeia, mas não tem conseguido liderar projetos. Uma articulação entre os dois países poderá potenciar ambas as valências', disse à Lusa o diretor da Agência de Energia da Universidade do Minho, Joaquim Carneiro.

Juntamente com seu colega e pró-reitor Vasco Teixeira, Carneiro passou toda esta semana a fazer contactos no Brasil com prestigiadas instituições de ensino e empresas.

Os dois físicos visitaram o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP), a Opto Aeroespacial, Embrapa, Centro Tecnológico Aeronáutico (CTA), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Instituto de Estudos Avançados (IEAv).

Em Brasília, foram recebidos pelo chefe da assessoria de Assuntos Internacionais do Ministério de Ciência e Tecnologia, José Monserrat Filho, e representantes do Ministério da Educação, a quem apresentaram a sua proposta da Agência Espacial Luso-Brasileira.
Segundo os físicos, este projeto, que ainda não tem custo avaliado, já conta com o ap

 io

A origem desta proposta é apenas um caso particular de um desafio mais global de criar um programa luso-brasileiro na área de ciência, tecnologia e inovação multidisciplinar', explicou Vasco Teixeira à Lusa.

Na avaliação do diretor do Programa Internacional de Estudos e Projetos para a América Latina e coordenador do Instituto de Estudos Avançados da USP, Sérgio Mascarenhas, a iniciativa dos físicos portugueses poderá 'abrir fronteiras'.

'Ao nível académico, há muita abertura para que se concretize este projeto estratégico para os dois países. Seria a volta das caravelas com a união Brasil-Portugal em tecnologia', salientou o professor brasileiro.

Joaquim Carneiro e Vasco Teixeira regressam a Portugal neste domingo e, na bagagem, levam a esperança de que tenha sido lançada a primeira pedra para inaugurar uma nova etapa nas relações luso-brasileiras.

Certeza têm de que, 'se houver vontade política, o projeto deixará de ser apenas um sonho', resumiu Joaquim Carneiro.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

 

fonte: Correio do Minho, 28.02.2010


publicado por nanotech | Domingo, 03 Janeiro , 2010, 00:02

Das perspectivas de tratamento de doenças como o cancro à descoberta de novas espécies

Investigadores portugueses, dentro ou fora de portas, marcaram pontos em 2009. Alguns estiveram mesmo na base de descobertas de grande impacto internacional. A detecção de ADN com uma vulgar impressora, a descodificação do genoma do cancro da mama ou a descoberta de novos planetas são alguns dos avanços envolvendo cientistas nacionais que marcaram o ano que terminou.

Descodificador do genoma do cancro da mama, em português
 

"Foi como passar o dia todo a subir uma montanha e, no fim, chegar ao cume e admirar aquela paisagem toda." Foi assim que Samuel Aparício descreveu ao DN o momento em que percebeu que ele e a sua equipa do BC Cancer Agency tinham descodificado o genoma do cancro da mama. Uma descoberta que pode abrir portas para um tratamento diferenciado de cada fase do cancro, explica o investigador, que promete continuar a trabalhar nesta investigação: "Foi um primeiro passo. Mas há muito para fazer." Nascido em Lisboa, mas a viver desde os cinco anos em Inglaterra - os pais emigraram de Vila Franca de Xira para Leeds -, a sua formação médica foi feita entre as afamadas universidades de Cambridge e Oxford. Com a sua equipa descodificou o genoma do cancro da mama, o que lhes valeu aparecer na capa da Nature. A motivação para se dedicar ao tema foi pessoal. A morte da mãe com cancro da mama, quando Samuel fazia o estágio em Medicina interna e patológica, foi um dos impulsos para seguir a investigação oncológica.

Sensor de ADN barato e amigo do ambiente
 

Já do mesmo "forno" do célebre transístor de papel português saiu, em 2009, um sensor de ADN barato e amigo do ambiente. Pela primeira vez foi estabelecido um método de detecção de ADN usando uma vulgar impressora de jacto de tinta, com recurso a materiais e tecnologia de baixo custo. O novo sensor, desenvolvido por uma equipa conjunta dos departamentos de Ciência dos Materiais e Ciências da Vida da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, foi publicado pela revista Biosensors and Bioelectronics. Um trabalho feito por cientistas nacionais e em Portugal. A aplicação prática deste sensor consiste na sua inclusão num sistema de diagnóstico "que pode prevenir, fazer um rastreio de uma forma extremamente simples, rápida e barata, e detectar se as pessoas estão doentes ou não", explicou Elvira Fortunato, especialista em microelectrónica.

Portugal tem o maior conjunto de fósseis de trilobites do mundo
 

O País entrou, em 2009, no mapa da paleontologia com o maior e mais completo conjunto de fósseis de trilobites do mundo. Foi descoberto na região de Arouca, perto de Aveiro, por uma equipa de paleontólogos espanhóis e portugueses. Entre os fósseis encontrados estão também os maiores exemplares conhecidos. Isto porque até agora, os restos destes seres pré-históricos, que dominaram os mares até há 250 milhões de anos, não ultrapassavam os 10 centímetros de comprimento, mas os de Arouca chegam aos 30. Alguns restos mostram que os exemplares podiam atingir mesmo os 90 centímetros. A descoberta foi publicada na revista Geology.

... e baptizou nova espécie de dinossauro
 

Mas no das descobertas pré-históricas, o País foi mais além, baptizando um novo dinossauro o Miragaia longicollum. A nova espécie foi descoberta na Lourinhã pela equipa do paleontólogo Octávio Mateus, do museu daquela localidade e da Universidade Nova de Lisboa. Este é um novo estegossauro que os seus descobridores baptizaram de Miragaia longicollum, um nome cheio de significados. Entre eles, o de pescoço comprido, uma das imagens de marca da espécie. O artigo descrevendo o novo dinossauro, que viveu no Jurássico Superior (há 150 milhões de anos), publicado na Proceedings of the Royal Society, pela equipa liderada por Octávio Mateus, culminou um trabalho de dez anos.

32 novos planetas com a marca de um português
 

Em 2009 foi anunciada a descoberta de 32 planetas fora do sistema solar. O responsável pela divulgação, que aconteceu no Porto, foi Nuno Cardoso Santos, investigador do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto e membro da equipa que fez a descoberta e que fez com que a barreira dos 400 planetas extra-solares "tenha sido ultrapassada". Os planetas encontrados são "gigantes", como explicou o cientista: "A maioria é semelhante a Júpiter", explicou o investigador português.

Trabalham em Portugal os melhores em cardiotocografia
 

João Bernardes e Diogo Ayres de Campos, obstetras, professores e investigadores do Departamento de Ginecologia da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, foram considerados, respectivamente, o primeiro e terceiro melhores inves- tigadores do mundo em cardiotocografia pela BioMedExperts. A cardiotocografia é a monitorização contínua da frequência cardíaca do feto e das contracções uterinas da grávida. Com este exame, cujo resultado é semelhante a um traçado de eletrocardiograma, o médico pode avaliar se o cérebro do feto não está a receber oxigénio suficiente por motivos da placenta, de posicionais ou compressões do cordão umbilical, detectando situações como o "cordão enrolado no pescoço". O título foi atribuído pela BioMedExperts, uma comunidade online que junta, via Internet, 1,5 milhões de cientistas de todo o mundo. João Bernardes e Diogo Ayres de Campos criaram, em colaboração com o Instituto de Engenharia Biomédica (INEB), um programa informático de grande impacto na prática clínica na área da obstetrícia - o OmniView-SisPorto. Este programa efectua uma leitura dos sinais provenientes do feto, identificando situações relacionadas com a baixa oxigenação. O sistema emite ainda alertas automáticos que são recebidos pelos profissionais de saúde em qualquer ponto com acesso à rede informática hospitalar ou à Internet.
 

Descoberta nova espécie...
 

Carlos Afonso, um biólogo do Centro de Ciências do Mar da Universidade do Algarve descobriu, durante um mergulho, uma nova espécie de búzio. O minúsculo Fusinus albacarinoides foi encontrado durante um trabalho de campo em 2009 e que tinha como objectivo traçar um mapa da biodiversidade da costa algarvia. Foi a primeira vez que este gastrópode foi identificado e registado a nível mundial. "Começámos a descobrir indivíduos desta nova espécie a partir de 2002 e 2003, entre as zonas marítimas de Albufeira e Armação de Pêra", disse Carlos Afonso. A nova espécie tem cerca de vinte milímetros de comprimento e oito de diâmetro. E embora o género Fusinus seja bastante comum e exista um pouco por todo o mundo, a nova espécie foi, para já, apenas identificada na costa algarvia, diz a equipa de biólogos da Universidade do Algarve. "Acreditamos que é endémica da nossa costa", frisou o biólogo que, apesar de ter 36 anos, já não é um novato na matéria de descobertas.

Ajudar a controlar as células imunitárias
 

Ainda no campo da saúde, outra descoberta portuguesa de 2009 correu mundo. Uma equipa de investigadores da Unidade de Imunologia Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa descobriu como se podem identificar e controlar células imunitárias. O objectivo é conseguir levar os linfócitos T a actuar apenas contra as infecções e para que não promovam doenças auto-imunes como a diabetes. Tratam-se de células responsáveis pela defesa do organismo contra infecções ou pelo desenvolvimento de doenças auto-imunes. A descoberta feita vem com o objectivo de controlar os linfócitos T para actuarem contra infecções e não para promoverem doenças como a diabetes. O estudo, realizado em Portugal por especialistas nacionais em colaboração com equipas estrangeiras, foi publicado na edição online da prestigiada revista científica Nature Immunology. "Descobrimos uma maneira de diferenciar duas populações de linfócitos T que produzem factores com actividades biológicas distintas", disse o responsável pela equipa, Bruno Silva Santos.
 

Novo tratamento para o Alzheimer e Parkinson
 

Investigadores portugueses lideram um consórcio europeu de cinco parceiros criado para produzir um novo medicamento com propriedades analgésicas e que poderá ser usado na terapia das doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson. O projecto para desenvolver um novo produto arrancou no ano passado e deverá durar quatro anos. Miguel Castanho, do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, explicou que o novo medicamento resultou da transformação de uma molécula isolada do cérebro de mamíferos por cientistas japoneses nos anos 70, mas posteriormente abandonada por falta de interesse farmacológico. O que este grupo de investigadores conseguiu foi "transformar a molécula de modo a poder ser introduzida na corrente sanguínea, passando daí ao cérebro, mantendo as suas propriedades analgésicas e de protecção contra as doenças neurodegenerativas".

Telhas 'bonitas' e que alimentam o resto da casa
 

E quem pensa nas telhas de uma qualquer casa assume apenas o papel de proteger a casa do clima, engana-se. Um grupo de investigadores das universidades do Minho e da Nova de Lisboa apostam no contrário e estão a desenvolver um projecto de construção de telhas, mas com capacidade de produção de energia fotovoltaica. Um dia destes, todo o telhado de uma habitação será o seu principal ponto de fornecimento de energia, garantem os especialistas. Este projecto, na fase de protótipo, mas já a despertar interesse de várias empresas, é ainda um segredo bem guardado. E é aqui que "entra" um outro projecto Solar Tiles. Esta tecnologia, tem sido alvo de grande interesse por ser gerador de "uma energia eléctri-ca amiga do ambiente e econo-micamente atractiva". Mas apesar da utilidade, a sua aparência inestética pode ser um entrave à comercialização. Para isso tem vindo a criar-se um novo conceito, Building Integrated Photovoltaics, que consiste em aplicar estes equipamentos como elementos estruturantes dos edifícios, substituindo os materiais convencionais.

http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1460158

 


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