publicado por nanotech | Terça-feira, 27 Julho , 2010, 23:49
4th Nanotech Conference - MPA 2010
Campus de Gualtar, Braga, entre quarta-feira, 28-07-2010 e sexta-feira, 30-07-2010
A Universidade do Minho acolhe de 28 a 30 de Julho o 4º Congresso Internacional sobre o Desenvolvimento de Materiais, Processos e Aplicações de Tecnologias Emergentes (MPA Meeting 2010).
  4th Nanotech Conference - MPA 2010
 
O evento decorre pela primeira vez em Portugal, tendo sido escolhida a região Norte, concretamente a cidade de Braga que, com os seus centros de I&D na UMinho e no Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL), é já reconhecida internacionalmente como um pólo de desenvolvimento do conhecimento científico, tecnológico e de inovação, o qual se traduz na atracção de talento internacional e a criação e instalação de novas empresas.

Entre os oradores convidados destacam-se personalidades reconhecidas internacionalmente, tais como o director do NOKIA Research Centre, Tapani Ryhanen, cujo tema da palestra incidirá no papel da nanotecnologia no desenvolvimento de serviços e dispositivos para telemóveis do futuro; o director-geral do INL, Jose Rivas Rey, que abordará o tema "O Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia como exemplo de cooperação internacional"; Sérgio Mascarenhas, da Academia de Ciências Brasileira, que falará sobre "Perspectivas da bionanotecnologia para o século XXI", ou Marcel H. Van de Voorde, da Universidade Tecnológica de Delft (Holanda), que discutirá as áreas de I&D em nanomateriais a serem exploradas até 2020. A sessão de abertura ocorrerá amanhã às 9h, no Anfiteatro A1 do Complexo Pedagógico 1, no Campus de Gualtar. Contará com o Reitor da UMinho, António Cunha, e o responsável pelo evento, Vasco Teixeira, professor do Departamento de Física e também pró-reitor da UMinho para a Investigação.

Os congressos MPA têm como principal missão promover o encontro entre individualidades provenientes do meio académico (universidades, institutos de investigação) e empresarial ligados à área dos nanomateriais, nanotecnologias e processos produtivos. Evidenciam-se pela elevada qualidade técnica e científica das palestras e debates, fomentando também a criação de uma forte rede de contactos entre os presentes. Adicionalmente estes congressos têm sido privilegiados pela colaboração de diversas empresas intimamente ligadas ao desenvolvimento de tecnologia emergentes com rápida aplicação industrial, como tem sido o caso da Nanotecnologia. As edições anteriores ocorreram em cidades como Belfast, Cambridge e Manchester, tendo contado com a presença do inglês Harry Kroto, Prémio Nobel na Química.

A nanotecnologia já começou a ter um considerável impacto socioeconómico na Europa, EUA e Japão. Como exemplos de aplicações refira-se a indústria têxtil, onde podem ser utilizadas nanopartículas ou nanofibras de prata que apresentam propriedades anti-bacterianas, ou a indústria cosmética que desenvolve protectores solares à base de nanopartículas capazes de controlar a absorção das radiações solares. Na sua actividade de investigação científica aplicada à nanotecnologia, a Universidade do Minho tem em curso várias dezenas de projectos de I&D envolvendo financiamento externo e parceiros industriais, desempenhando assim um papel crucial para o desenvolvimento de novas competências técnicas da indústria internacional em geral e da portuguesa em particular.
 
mais informações em: http://www.mpa-meeting.com/

lista de oradores convidados : http://www.nanotechnews.eu

 


contactos

 

 


 

 

 

 

Universidade do Minho
Prof. Vasco Teixeira (chair da comissão organizadora)
Email: sec-vteixeira@reitoria.uminho.pt

publicado por nanotech | Domingo, 16 Maio , 2010, 18:03
  Tecnologia sustentável irá alimentar faróis e painéis em ruas e rodovias
Unesp pesquisa material capaz de gerar eletricidade com fluxo de veículos na via; seu uso está previsto para 2015

 

 

Nos laboratórios da Universidade Estadual Paulista (Unesp) está surgindo um nanomaterial capaz de aproveitar a força mecânica gerada pelo tráfego de veículos em uma via para obter eletricidade. A inovação poderá ter muitas aplicações e seu primeiro uso, previsto para estar disponível até 2015, será a criação de ruas e rodovias autossuficientes em energia, com  semáforos e painéis alimentados pela passagem dos carros e caminhões. Do ponto de vista do processo produtivo, a tecnologia gera energia limpa, renovável e sustentável. O método empregado é nanométrico – nele o pesquisador manipula a arquitetura e as propriedades de átomos e moléculas com o objetivo de produzir materiais novos sob medida, com características especiais, podendo ser físicas, químicas, térmicas, mecânicas, etc. Na pesquisa em questão, o nanomaterial foi desenvolvido a partir da integração de um polímero com nanopartículas cerâmicas de titanato zirconato de chumbo, identificado no meio científico pela sigla PZT. É um compósito flexível, uniforme, capaz de suportar temperaturas de até 360 graus Celsius. Seu diferencial é ser piezoelétrico, ou seja, tem a capacidade de liberar elétrons a partir do peso e compressão dos veículos sobre o asfalto das ruas.
Para gerar energia, o material não precisa ficar na superfície. E para funcionar, basta receber a pressão (peso mais velocidade) do carro ou caminhão que estiver passando sobre ele. Em tese, opera até em temperaturas abaixo de zero e em enchentes, funcionando a partir do peso da água e da correnteza. O estudo é de autoria dos cientistas Walter Sakamoto, do Departamento de Físicae Química da Faculdade de Engenharia (FE) de Ilha Solteira, e de Maria Aparecida Zaghete, do  Departamento de Bioquímica e Tecnologia do Instituto de Química (IQ) de Araraquara.
A dupla explica que a propriedade piezoelétrica do nanomaterial tem origem em sua estrutura. O segredo da pesquisa foi encontrar o tamanho e a disposição ideais para as partículas cristalinas de PZT serem integradas no compósito. Pequeninas e espalhadas, elas influenciam diretamente a qualidade da resposta elétrica a partir da deformação mecânica causada no material pela passagem do carro sobre ele.
Idealizador do projeto, o pesquisador Sakamoto estuda há anos sensores para serem usados para detectar o porcentual de umidade de solo e radiação, entre outras finalidades. Neste projeto específico, conta com o auxílio da professora Maria Aparecida para produzir pó cerâmico capaz de substituir o material importado, de alto custo e mais difícil de se obter distribuição homogênea quando integrado na matriz polimérica para originar o nanomaterial.
A possibilidade de gerar eletricidade a partir do nanomaterial foi comprovada com um experimento. Nele, o pesquisador Sakamoto pressiona o nanomaterial e um LED (diodo emissor de luz) conectado ao sistema acende. De acordo com o professor Sakamoto, não é possível estimar o custo do material, produzido em pequena quantidade para ser usado nos testes laboratoriais. Ele salienta que o próximo passo é encontrar pesquisadores ou empresas interessados em fabricar um capacitor para armazenar a carga elétrica recebida. E prevê que o principal desafio para construir o dispositivo será criar outro nanomaterial, com a propriedade primordial de acumular grande quantidade de energia tendo tamanho reduzido.
De acordo com os pesquisadores, há outros usos possíveis para o material, como em implantes para detectar o crescimento ósseo e vazamentos de Raios X no ambiente. E citam, ainda, o exemplo de um shopping no Japão cujo piso gera eletricidade a partir da passagem dos clientes. Segundo eles, a atual pesquisa é parte de uma corrida mundial da ciência em busca de novas fontes de energia, de preferência limpas. A meta é substituir, de modo sustentável, os atuais combustíveis.

 

 

Autor: Rogério Silveira
Fonte: Diário Oficial

 


publicado por nanotech | Sexta-feira, 14 Maio , 2010, 17:42

Equipe vencedora de competição promovida pelo MIT desenvolveu utilizou nanotecnologia para desenvolver um cimento que reduz as emissões de CO2.

 

Nesta quinta-feira, o MIT (Massachusetts Institute of Technology) anunciou a equipe vencedora do concurso MIT $100K Entrepreneurship Competition, a C-Crete Technologies, desenvolvedora de um cimento, por meio da nanotecnologia, que reduz consideravelmente as emissões de CO2.

 

Os finalistas da vigésima edição do concurso anual do MIT tinham projetos como chiclete de insulina e alarme silencioso para garantir a qualidade do sono. Entretanto, a vencedora foi a C-Crete, passando por mais de 200 equipes.

 

O cimento desenvolvido pela equipe utiliza o CO2 em sua composição, tornando-o ainda mais forte do que os cimentos comuns. Por muitos anos o mundo procura por uma solução simples e prática para reduzir os níveis de carbono e limitar seu impacto no meio ambiente, conta Natanel Barookhian, um dos fundadores da C-Crete, o que nós fizemos, foi desenvolver um método de abordar este tema, tendo como alvo a produção de cimento, um dos produtos mais utizados no mundo, melhorando ainda suas propriedades.

 

As equipes competiram em categorias como Produtos e Serviços, Web e TI, Energia, Desenvolvimento, Aparelhos Móveis e Ciências da Vida, conta o site CNET . A premiação para o vencedor de cada categoria foi de U$ 20 mil (R$ 35 mil). Assim, a equipe C-Crete, que venceu em Energia e no geral, recebeu um prêmio de U$ 120 mil, quase R$ 213 mil, para investir no projeto.

 

No site do concurdo do MIT estão listadas as equipes vencedoras de cada categoria, além de uma breve descrição de cada projeto.

 

Por Nátaly Dauer

Geek via Yahoo! Brasil Notícias 


publicado por nanotech | Quarta-feira, 05 Maio , 2010, 17:42

Cientistas avançam no campo da energia limpa, desenvolvendo uma célula de energia solar em um pedaço de papel.

 

Pesquisadores de Massachesetts Institute of Technology ( MIT ), nos Estados Unidos, apresentaram nesta terça-feira uma célula de energia solar em uma folha de papel, marcando um importante avanço na pesquisa de fontes renováveis de energia.

 

Em evento realizado ontem, o MIT e a empresa italiana Eni inauguraram o Eni- MIT Solar Frontiers Research Center, destinado a pesquisas na área da energia solar, desde novos materiais até a produção de hidrogênio a partir da energia proveniente do sol. O site do MIT explica os objetivos do centro, bem como os avanços alcançados desde o início da parceria, em fevereiro de 2008.

 

A célula solar de papel – com um eficiência de até 2%, mas ainda em fase de pesquisas – promete ser um importante passo no barateamento de paineis solares, grande obstáculo para o setor até o momento. Entretanto, o diretor do centro, Vladimir Bulovic, diz que a tecnologia ainda está a anos de ser comercializada.

 

Frente a isto, um horizonte de aplicações se abre para o desenvolvimento de dispositivos para a transformação de energia solar em energia elétrica. O site CNET conta que camadas deste material podem ser espalhadas sobre diferentes superfícies, a fim de criar novos tipos de painéis solares. O centro ainda pesquisa outras fontes de energia, principalmente na área da nanotecnologia.

 

O investimento inicial por parte da Eni foi de U$ 5 milhões (R$ 8,5 milhões), contando ainda com U$ 2 milhões (R$ 3,4 milhões) provenientes da Fundação Nacional de Ciência. Segundo o MIT , o investimento da empresa italiana deve chegar até U$ 50 milhões até o final do contrato.

 

Por Nátaly Dauer

fonte: Geek via Yahoo! Brasil Notícias


publicado por nanotech | Terça-feira, 02 Março , 2010, 14:51

Investigadores da UM propõe criação da Agência Espacial Luso-Brasileira

2010-03-01

 


Sérgio Mascarenhas, cientista brasileiro
Sérgio Mascarenhas, cientista brasileiro
Um sonho aparentemente megalómano pode tornar-se exequível, segundo dois físicos da Universidade do Minho (UM): a criação da Agência Espacial Luso-Brasileira. "O Brasil é um verdadeiro tecnólogo no domínio aeroespacial e Portugal, por seu turno, é membro da Agência Espacial Europeia, mas não tem conseguido liderar projectos. Uma articulação entre os dois países poderá potenciar ambas as valências", disse o director da Agência de Energia da UM, Joaquim Carneiro.

Juntamente com seu colega e pró-reitor Vasco Teixeira, Carneiro passou toda esta semana a fazer contactos no Brasil com prestigiadas instituições de ensino e empresas. Os dois físicos visitaram o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP), a Opto Aeroespacial, Embrapa, Centro Tecnológico Aeronáutico (CTA), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Instituto de Estudos Avançados (IEAv).

Em Brasília, foram recebidos pelo chefe da assessoria de Assuntos Internacionais do Ministério de Ciência e Tecnologia, José Monserrat Filho, e representantes do Ministério da Educação, a quem apresentaram a sua proposta da Agência Espacial Luso-Brasileira.

Segundo os físicos, este projecto, que ainda não tem custo avaliado, já conta com o apoio do Governo português. "A origem desta proposta é apenas um caso particular de um desafio mais global de criar um programa luso-brasileiro na área de ciência, tecnologia e inovação multidisciplinar", explicou Vasco Teixeira.

Proposta pode ser um desafio global para a ciência
Proposta pode ser um desafio global para a ciência
Abrir fronteiras


Segundo a avaliação do director do Programa Internacional de Estudos e Projectos para a América Latina e coordenador do Instituto de Estudos Avançados da USP, Sérgio Mascarenhas, a iniciativa dos físicos portugueses poderá "abrir fronteiras".

"Ao nível académico, há muita abertura para que se concretize este projecto estratégico para os dois países. Seria a volta das caravelas com a união Brasil-Portugal em tecnologia"
, salientou o professor brasileiro.

Joaquim Carneiro e Vasco Teixeira regressam a Portugal neste domingo e, na bagagem, levam a esperança de que tenha sido lançada a primeira pedra para inaugurar uma nova etapa nas relações luso-brasileiras. Certeza têm de que, "se houver vontade política, deixará de ser apenas um sonho", resumiu Joaquim Carneiro.

fonte: CiênciaHoje.pt


publicado por nanotech | Terça-feira, 02 Março , 2010, 14:49

Um sonho aparentemente megalómano pode tornar-se exequível, segundo dois físicos da Universidade do Minho: a criação da Agência Espacial Luso-Brasileira.

 

 

'O Brasil é um verdadeiro tecnólogo no domínio aeroespacial e Portugal, por seu turno, é membro da Agência Espacial Europeia, mas não tem conseguido liderar projetos. Uma articulação entre os dois países poderá potenciar ambas as valências', disse à Lusa o diretor da Agência de Energia da Universidade do Minho, Joaquim Carneiro.

Juntamente com seu colega e pró-reitor Vasco Teixeira, Carneiro passou toda esta semana a fazer contactos no Brasil com prestigiadas instituições de ensino e empresas.

Os dois físicos visitaram o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP), a Opto Aeroespacial, Embrapa, Centro Tecnológico Aeronáutico (CTA), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Instituto de Estudos Avançados (IEAv).

Em Brasília, foram recebidos pelo chefe da assessoria de Assuntos Internacionais do Ministério de Ciência e Tecnologia, José Monserrat Filho, e representantes do Ministério da Educação, a quem apresentaram a sua proposta da Agência Espacial Luso-Brasileira.
Segundo os físicos, este projeto, que ainda não tem custo avaliado, já conta com o ap

 io

A origem desta proposta é apenas um caso particular de um desafio mais global de criar um programa luso-brasileiro na área de ciência, tecnologia e inovação multidisciplinar', explicou Vasco Teixeira à Lusa.

Na avaliação do diretor do Programa Internacional de Estudos e Projetos para a América Latina e coordenador do Instituto de Estudos Avançados da USP, Sérgio Mascarenhas, a iniciativa dos físicos portugueses poderá 'abrir fronteiras'.

'Ao nível académico, há muita abertura para que se concretize este projeto estratégico para os dois países. Seria a volta das caravelas com a união Brasil-Portugal em tecnologia', salientou o professor brasileiro.

Joaquim Carneiro e Vasco Teixeira regressam a Portugal neste domingo e, na bagagem, levam a esperança de que tenha sido lançada a primeira pedra para inaugurar uma nova etapa nas relações luso-brasileiras.

Certeza têm de que, 'se houver vontade política, o projeto deixará de ser apenas um sonho', resumiu Joaquim Carneiro.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

 

fonte: Correio do Minho, 28.02.2010


publicado por nanotech | Sexta-feira, 22 Janeiro , 2010, 01:27

Algodão e tecidos de poliéster comuns foram transformados em pilhas conservando a sua flexibilidade.

 

Nanotube fabric (Nano Letters)

O resultado desta investigação dá mais um contributo para o campo emergente de "electrónica para vestir" ("wearable-electronics"), nos quais os dispositivos são integrados em vestuário e têxteis.

A abordagem é baseada na imersão de tecidos numa "tinta" de nanotubos de carbono, e foi demonstrada pela primeira vez no ano passado em papel de fotocópia simples.

A nova aplicação de tecidos é descrita na revista Nano Letters.

 

"Wearable-electronics" representa uma classe em desenvolvimento de novos materiais que permitem agora muitas aplicações e projectos que anteriormente eram impossíveis com as tecnologias tradicionais da electrónica", escreveram os autores.

 

 

Uma série de esforços na investigação nos últimos anos têm mostrado a possibilidade destes novos sistemas electrónicos incorporados em textêis poderem ser construídos em materiais flexíveis e até mesmo superfícies transparentes - que conduzirá aos monitores flexíveis para enrolar ("roll-up display").

Paper battery

 

 

 

 

Bateria  de papel

 

 

 

 

fonte: http://news.bbc.co.uk


publicado por nanotech | Domingo, 17 Janeiro , 2010, 23:46

transparent-oled

 

A foto surpreende e dá mesmo para ver o ambiente atrás do display do notebook. Obra da Samsung, o protótipo de monitor OLED com transparência de 40% permite a passagem da luz em dois sentidos graças à composição com elementos praticamente invisíveis.

 

Sem nome, preço ou previsão de lançamento, sabe-se pouco a respeito do protótipo, a não ser que ele mede 14 polegadas e tem contraste dinâmico de 100 000:1.

O monitor pode não parecer muito útil, mas novas possibilidades são abertas pelos OLED's transparente, principalmente em se tratando de realidade aumentada. Muito se fala sobre adicionar ao pára-brisas do carro todos tipo de widgets como GPS, notícias de trânsito e informações de combustível e quilometragem. Outra ideia é transformar qualquer tipo de janela numa TV de alta definição.

O vídeo abaixo demonstra bem esse efeito:

 

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Vale a pena lembrar que o desenvolvimento do OLED transparente não é propriedade da Samsung, mas de investigadores do Fraunhofer Institute, na Alemanha. O mérito da multinacional coreana está na adaptação da tecnologia para um notebook e outros gadgets, como o mp3 player na foto abaixo, também sem previsão de preço ou disponibilidade.

 

http://hypebeast.com/blog/kma/2010/01/samsungs-14-inch-transparent-oled-laptop-ces-2010/


publicado por nanotech | Terça-feira, 12 Janeiro , 2010, 00:09

A LG comprovou que é possível produzir monitores com display transparente, pois apresentou durante a FPD International 2009 um protótipo de 15 polegadas semi-transparente, juntamente com a Samsung – que apresentou também um display transparente de 2 polegadas.

 

LG Display's transparent display (front side) showing icons of Windows and a calculator application on the left side and an image of fireworks on the right side. The panel behind the display can be seen through the display. 

 

Se se for analisar pela lógica, um monitor com display transparente iria dificultar a leitura, por misturar as imagens ao que se vê por detrás do display, mas levando em consideração a questão de design, ele pode ser muito bem aplicado em locais públicos, e indo um pouco mais além, esta tecnologia no futuro pode ser usada em para-brisas de automóveis, capacetes e até mesmo em óculos interactivos.

No entanto, ainda não há qualquer previsão de quando esta tecnologia começará a ser comercializada.

 

Samsung Mobile Display's transparent display. The back side of the display is reflected on the mirror.

 

fonte: http://techon.nikkeibp.co.jp


publicado por nanotech | Segunda-feira, 11 Janeiro , 2010, 22:17

Sistema rastreia movimento dos olhos do utilizador

 

 

bidirectional-oled

Investigadores do Instituto Fraunhofer para Microsistemas Fotónicos (IPMS) em Dresden, na Alemanha, criaram um diminuto sistema de projecção que pode ser montado na armação de um par de óculos, capaz de não só projectar informações para o seu utilizador, como selecionar quais informações devem ser mostradas rastreando o movimento dos olhos.

O sistema é uma nova abordagem no segmento de HMDs (Head-Mounted Displays), os “óculos de realidade virtual” usados para transportar o usuário a mundos de fantasia ou apresentar mais informações sobre o mundo real. Os modelos já existentes são muito pesados e complexos, mas o desenvolvimento alemão é integrado em um chip CMOS de apenas 19,3 × 17 mm, montado na haste do óculos, perto da dobradiça. As informações são projectadas na lente do óculos de modo que, para o utilizador, elas pareçam estar “flutuando” em pleno ar a um metro de distância.

O projector usa tecnologia OLED para produzir uma imagem de alto brilho que não fique “lavada” por causa da luz ambiente. Um sistema de rastreamento detecta o movimento dos olhos do usuário, que pode selecionar itens de um menu, rolar uma página de texto ou trocar uma imagem apenas olhando na direção da opção correspondente. Por isso, os pesquisadores do IPMS dizem que seu sistema é “bidirecional”: o usuário não só recebe informações (as imagens projectadas), como envia respostas para o sistema (através do movimento dos olhos).

 

Segundo o Dr. Michael Scholler, Director de Negócios do IPMS, os novos “óculos” são vantajosos em qualquer situação onde o utilizador precisa consultar informação adicional, mas não tem as mãos livres para usar um teclado ou mouse. Imagine um mecânico olhando para o motor do carro e vendo, sobre a imagem real, um passo-a-passo com as reparações que tem que realizar, ou um médico que tenha acesso à ficha completa do paciente apenas olhando para ele.

 

O Instituto Fraunhofer para Microsistemas Fotónicos é membro da prestigiada Sociedade Fraunhofer, um conjunto de institutos que pesquisam e desenvolvem novas tecnologias baseadas em ciências aplicadas. A mais conhecida das inovações da Sociedade Franhofer foi a invenção, em 1994, do hoje omnipresente formato de áudio MP3, que trouxe à associação mais de cem milhões de euros em royalties no ano de 2005.

 

Não há informações sobre preço ou planos de comercialização da tecnologia, mas os pesquisadores do IPMS afirmam já estar trabalhando em sua próxima geração.

 

 

 

fonte: www.geek.com.br


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