publicado por nanotech | Domingo, 17 Janeiro , 2010, 23:46

transparent-oled

 

A foto surpreende e dá mesmo para ver o ambiente atrás do display do notebook. Obra da Samsung, o protótipo de monitor OLED com transparência de 40% permite a passagem da luz em dois sentidos graças à composição com elementos praticamente invisíveis.

 

Sem nome, preço ou previsão de lançamento, sabe-se pouco a respeito do protótipo, a não ser que ele mede 14 polegadas e tem contraste dinâmico de 100 000:1.

O monitor pode não parecer muito útil, mas novas possibilidades são abertas pelos OLED's transparente, principalmente em se tratando de realidade aumentada. Muito se fala sobre adicionar ao pára-brisas do carro todos tipo de widgets como GPS, notícias de trânsito e informações de combustível e quilometragem. Outra ideia é transformar qualquer tipo de janela numa TV de alta definição.

O vídeo abaixo demonstra bem esse efeito:

 

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Vale a pena lembrar que o desenvolvimento do OLED transparente não é propriedade da Samsung, mas de investigadores do Fraunhofer Institute, na Alemanha. O mérito da multinacional coreana está na adaptação da tecnologia para um notebook e outros gadgets, como o mp3 player na foto abaixo, também sem previsão de preço ou disponibilidade.

 

http://hypebeast.com/blog/kma/2010/01/samsungs-14-inch-transparent-oled-laptop-ces-2010/


publicado por nanotech | Terça-feira, 12 Janeiro , 2010, 00:09

A LG comprovou que é possível produzir monitores com display transparente, pois apresentou durante a FPD International 2009 um protótipo de 15 polegadas semi-transparente, juntamente com a Samsung – que apresentou também um display transparente de 2 polegadas.

 

LG Display's transparent display (front side) showing icons of Windows and a calculator application on the left side and an image of fireworks on the right side. The panel behind the display can be seen through the display. 

 

Se se for analisar pela lógica, um monitor com display transparente iria dificultar a leitura, por misturar as imagens ao que se vê por detrás do display, mas levando em consideração a questão de design, ele pode ser muito bem aplicado em locais públicos, e indo um pouco mais além, esta tecnologia no futuro pode ser usada em para-brisas de automóveis, capacetes e até mesmo em óculos interactivos.

No entanto, ainda não há qualquer previsão de quando esta tecnologia começará a ser comercializada.

 

Samsung Mobile Display's transparent display. The back side of the display is reflected on the mirror.

 

fonte: http://techon.nikkeibp.co.jp


publicado por nanotech | Segunda-feira, 11 Janeiro , 2010, 22:17

Sistema rastreia movimento dos olhos do utilizador

 

 

bidirectional-oled

Investigadores do Instituto Fraunhofer para Microsistemas Fotónicos (IPMS) em Dresden, na Alemanha, criaram um diminuto sistema de projecção que pode ser montado na armação de um par de óculos, capaz de não só projectar informações para o seu utilizador, como selecionar quais informações devem ser mostradas rastreando o movimento dos olhos.

O sistema é uma nova abordagem no segmento de HMDs (Head-Mounted Displays), os “óculos de realidade virtual” usados para transportar o usuário a mundos de fantasia ou apresentar mais informações sobre o mundo real. Os modelos já existentes são muito pesados e complexos, mas o desenvolvimento alemão é integrado em um chip CMOS de apenas 19,3 × 17 mm, montado na haste do óculos, perto da dobradiça. As informações são projectadas na lente do óculos de modo que, para o utilizador, elas pareçam estar “flutuando” em pleno ar a um metro de distância.

O projector usa tecnologia OLED para produzir uma imagem de alto brilho que não fique “lavada” por causa da luz ambiente. Um sistema de rastreamento detecta o movimento dos olhos do usuário, que pode selecionar itens de um menu, rolar uma página de texto ou trocar uma imagem apenas olhando na direção da opção correspondente. Por isso, os pesquisadores do IPMS dizem que seu sistema é “bidirecional”: o usuário não só recebe informações (as imagens projectadas), como envia respostas para o sistema (através do movimento dos olhos).

 

Segundo o Dr. Michael Scholler, Director de Negócios do IPMS, os novos “óculos” são vantajosos em qualquer situação onde o utilizador precisa consultar informação adicional, mas não tem as mãos livres para usar um teclado ou mouse. Imagine um mecânico olhando para o motor do carro e vendo, sobre a imagem real, um passo-a-passo com as reparações que tem que realizar, ou um médico que tenha acesso à ficha completa do paciente apenas olhando para ele.

 

O Instituto Fraunhofer para Microsistemas Fotónicos é membro da prestigiada Sociedade Fraunhofer, um conjunto de institutos que pesquisam e desenvolvem novas tecnologias baseadas em ciências aplicadas. A mais conhecida das inovações da Sociedade Franhofer foi a invenção, em 1994, do hoje omnipresente formato de áudio MP3, que trouxe à associação mais de cem milhões de euros em royalties no ano de 2005.

 

Não há informações sobre preço ou planos de comercialização da tecnologia, mas os pesquisadores do IPMS afirmam já estar trabalhando em sua próxima geração.

 

 

 

fonte: www.geek.com.br


publicado por nanotech | Segunda-feira, 11 Janeiro , 2010, 19:10




Animações tornam rótulos mais interactivos
Foi criada na Bélgica a primeira empresa especializada no fabrico de rótulos eletrónicos para embalagens, que poderão conter filmes e animações digitais. A Lumoza, ainda em construção, surgiu do trabalho conjunto do Centro de Investigação em Nanoelectrónica IMEC, da Universidade de Hasselt e da empresa Artist Screen.

Esta empresa irá usufruir dos desenvolvimentos que se têm verificado no campo da electrónica orgânica, com a criação de micro LED’s e LED’s orgânicos, que permitem o fabrico de circuitos electrónicos, principalmente telas, por processos similares aos da impressão.

A tecnologia empregue pela Lumoza para a impressão de telas electrónicas combina uma tinta electroluminescente com um circuito electrónico que controla a sequência e a temporização das animações. Estas poderão ser impressas em qualquer tipo de superfície, desde o plástico ao tecido e, além disso, há a possibilidade de se dobrar ou reutilizar esses materiais, sem que se danifiquem.

Numa primeira fase, esta tecnologia será destinada exclusivamente à indústria de embalagens e publicidade. Contudo, Wouter Moons, director geral da Lumoza, revelou que a indústria de capas para DVD’s já demonstrou interesse e que a longo prazo serão desenvolvidas aplicações mais duradouras, como na indústria da construção.

Embora se possa pensar na poluição visual que esta tecnologia irá provocar, a sua utilização poderá ser útil na aplicação a manuais de instruções e, só com a sua entrada no mercado, será possível averiguar se estes materiais terão sucesso ou não.
 

 

fonte: www.cienciahoje.pt


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